Nesta terça-feira, recomeça o Nacional feminino de basquete. Mas uma das figuras mais marcantes do ano neste esporte, o técnico da seleção Paulo Bassul, estará ausente. Um dos principais responsáveis por levar o basquete feminino a Pequim, Paulo não tem nenhuma equipe para comandar no Campeonato Brasileiro.
"Tenho minhas obrigações como técnico da seleção brasileira, mas acredito que, para um treinador, a vivência diária no clube é importante", lamenta Bassul, dispensado pelo Ourinhos após a perda do Paulista.
Sem muitos atrativos e distante dos olhos do público, o campeonato recomeça com nove equipes e uma grande favorita. Ourinhos, atual tetracampeão brasileiro, conta com atletas da seleção para faturar mais um título. Karen, Êga, Chuca, Micaela e Mamá formam a base da equipe.
"Elas chegam com uma bagagem maior, com experiência conquistada jogando basquete no nível mais alto e isso faz a diferença", fala Urubatan Paccini, técnico da equipe.
Imagem: globoesporte.com
3 comentários:
O basquete morreu e não se deixou ser enterrado.... precisa que o gREGO SAIA, ELE NÃO É O ERRO, MAS UMA DAS MAZELAS, BOTA LÁ OSCAR, HORTÊNCIA E TAL E NADA O FARÃO SEM VERBAS TB... POBRE BASQUETE TÃO CAMPEÃO OUTRORA
não conheço mais do q 3 times de basquete...
=/
Já eu não conheço nenhum... Falar de basquete, no Brasil, demanda pesquisa, conhecimento, esforço. Ou, simplesmente, admiração.
Parabéns pela coragem, Lucas.
Um abraço.
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